Publicações no Exterior
Alguns
trabalhos teóricos publicados no exterior
Sul
filo dei classici: autocrítica antiutopica del diritto? Em Democrazia e Diritto, ed. FrancoAngeli, Roma,
2004. Título em português: Kelsen e Renner conversam com Norberto Bobbio.
Para
os marxistas não dogmáticos, democratas radicais, socialistas pós-comunistas,
sociais-democratas de esquerda, socialistas democráticos que pensam que há uma
dívida teórica ainda não resgatada do "ideal socialista" com o Direito, é imprescindível
visitar o que de mais rico foi criado pela Filosofia do Direito da modernidade
republicana.
Un
futuro para armar - em Revista Trabajo y Seguridad Social - Doctrina - editora Edial, Peru,
1998. Também publicado como prólogo da edição portuguesa
do livro de Antonio Baylos: Derecho del Trabalho: Modelo
para armar; na revista Democracia & Mundo do Trabalho, Porto Alegre, 1998;
e em Crise da Democracia, Editora Vozes, 2002, p. 145. O livro Crise da Democracia
está editado em espanhol, sob o título Crisis de la democracia, Ediciones del
Serbal, Barcelona, 2003.
La
encrucijada metodológica en la cual estamos es más o menos la siguiente: ¿vamos
a deducir el nuevo Derecho del Trabajo de la vieja visión del Estado de Bienestar?
¿O vamos a deducirlo de un nuevo horizonte utópico - que puede ser, por ejemplo,
la democratización radical del Estado - para pensar en su nueva estructura,
integrada por nuevas formas de socialización de la política y de la economía?
Droite
et marxisme - em Enciclopedie de la Sociologie de Droite,
org. André-Jean Arnaud, Paris, 1993, p.362. Apresentado inicialmente em palestra
no I Encontro Internacional de Direito Alternativo, Florianópolis,
1991.
Na
verdade, as experiências da "transição" escoradas no marxismo, não só se deram
com uma verdadeira suspensão dos direitos humanos e da própria igualdade
formal, como produziram a identificação da "razão de Estado" com os interesses
da burocracia e do partido. (...) "O Direito sou eu", pôde dizer então o "Estado
socialista" real, que resultou no marxismo real.
Hacia
una nueva democracia - artigo no jornal El País, 1 de fevereiro de
2002, editoria de Opinião, p. 11
A
relativa indiferença dos cidadãos em relação à política que se observa em muitos
países do chamado "primeiro mundo", e o ceticismo que se reproduz de maneira
ampla nos paises de desenvolvimento intermediário, como o Brasil, por exemplo,
possivelmente são conseqüências do esgotamento do contrato social moderno. (...)
Será por acaso o regime democrático um conflito no qual a democracia gera sempre
o renascimento do conflito para acabar em tragédia? Esta é uma das grandes questões
do nosso tempo.
Crise
democrática e democracia directa - em revista Manifesto-Guerra/Movimentos/Democracia, no. 2, editora Política XXI, Lisboa, 2003, p. 104; publicado também
em Crise da Democracia, Ed. Vozes, Petrópolis, 2002.
(...)
Se é verdade que os totalitarismos não resolveram de maneira duradoura as questões
sociais mais graves, "não há evidência de que a prosperidade e a justiça social
[...] sejam promovidas pela democracia como uma conseqüência directa". (...)
O contribuinte-consumidor alheio à política ou o cidadão-político sem formas
de exercício concreto de poder, e ambos ineptos para exercer o
poder-violência (democraticamente constituído), trocam a sua condição
de cidadão pela de consumidor (no neoliberalismo) e de cidadão pela de espectador
do futuro (no esquerdismo voluntarista). (...) É uma mesma
visão metafísica da democracia, que gera duas fontes de alienação política:
aquela que subsume a cidadania no exercício do consumo e aquela que se nega
a produzir conquistas dentro da ordem.
Porto Alegre: özgün bir belediyecilik deneyimi. Com Ubiratan de Souza. Istambul (Turquia), 1999.
Pressuposto Participaiu: l'experència de Porto Alegre. Com Ubiratan de Souza. Barcelona (Espanha), 1999. Edição em catalão.
Presupuesto Participativo: la experiencia de Porto Alegre. Com Ubiratan de Souza. Buenos Aires (Argentina), 1998.
THE CHALLENGES OF A TRAGEDY (Os desafios da tragédia). Rev. Estudos Avançados, USP, 2000.
Vers une nouvelle citoyenneté - Thèses pour une théorie démocratique de l'État e du socialisme. Paris (França). Rev. Mouvements, nº 18, novembre-décembre 2001.
Glabalizzazione tra democrzia e tirannide. L'Unià, sabato, 21 juglio 2001.
Non è Bush a rappresentare i valori dell'occidente. Carta d'identità - cantieri sociali 18/24 2001 anno III n. 15.
Porto Alegre e le vie locali della cittadinanza. Italianieuropei - 1º febbraio 2002.
Crisis de la democracia - derecho, democracia directa y neoliberalismo en el orden global. Barcelona: ediciones del Serbal, 2003.